CRÍTICA: COMO TREINAR O SEU DRAGÃO (2019)

Este texto contém spoilers

É bastante comum atrelar o gênero “animação” como algo voltado para o público infantil. Embora Hayao Miyazaki, Isao Takahata, Toshio Suzuki, Yasuyoshi Tokuma, entre outros, já tenham colocado esse emparelhamento em questão com seus filmes e mangás com teor para além do infantil, a animação continua, majoritariamente, sendo considerada pelos espectadores um gênero para crianças. Após assistir a filmes como Toy Story (1995 – ), Up (2009), Coraline (2009), nos parece imprudente corroborar com essa ideia. Como Treinar o seu Dragão 3 (How to Train Your Dragon: The Hidden World) não é um filme apenas para o público infantil. A forma em que o conteúdo temático é apresentado por Dean DeBlois exige de nós uma leitura profunda e admirada sobre as temáticas retratadas para diversos públicos.

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CRÍTICA: BOHEMIAN RHAPSODY (2018)

Cinebiografias podem ser complicadas de se avaliar devido às personalidades nelas retratadas e, por consequência, à base de fãs que podem possuir essas personalidades. Esse tipo de filme, então, possui um caráter mais complexo para avaliação e apreciação por tratarem de pessoas que possuem status de ídolo para muitas outras. Então, dessa forma, surgem duas grandes perspectivas possíveis para se avaliar obras dessa natureza: a perspectiva do fã da pessoa, que vai ao cinema para ver seu ídolo; e a perspectiva fã de cinema, que espera apreciar o filme por conta de suas construções narrativas e temáticas.

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CRÍTICA: ASSUNTO DE FAMÍLIA (2018)

Hatsue Shibata (Kirin Kiki) é matriarca de uma grande família. Suas duas filhas, Nobuyo (Sakura Andô) e Aki (Mayu Matsuoka), seu genro Osamu (Lily Franky), e seu neto Shota (Jyo Kairi) vivem sob seu teto – um cubículo localizado nos arredores de Tóquio, onde as pessoas dividem espaço com centenas de itens que não possuem muito valor além do sentimental – e tendo sua pensão como principal fonte de renda. Alguns até arrumam empregos para ajudar a complementar a renda, mas o que realmente faz diferença no sustento da casa é um hábito incomum de Osamu e Shota: furtar produtos em supermercados.

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CRÍTICA: A FREIRA (2018)

Não é difícil se decepcionar quando a expectativa é alta para um determinado filme. Tampouco é difícil se surpreender positivamente quando não há expectativa alguma. A questão, nesse caso, é de perspectiva: o filme vai ser melhor ou pior dependendo do quanto esperamos dele. É claro que, depois da expectativa, seja ela positiva ou negativa, o que deve prevalecer na avaliação final é a qualidade ­– ou não – da obra. Contudo, não desconsideremos o valor da expectativa, porque quando um filme consegue decepcionar profundamente mesmo quando nada se esperava dele, é preciso parar, respirar e entender o que diabos aconteceu.

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CRÍTICA: HOMEM ARANHA: NO ARANHAVERSO (2018)

“Homem Aranha: No Aranhaverso” narra a história de Miles Morales (Shameik Moore), um garoto latino-americano filho de um policial chamado Jafferson Davis (Brian Tyree Henry). A relação entre pai e filho não é perfeita, apesar de dos dois claramente se amarem, há um conflito entre eles devido à cobrança do pai para que o filho estude em uma boa escola e siga um modelo de bom aluno. Morales, ainda que muito inteligente, não almeja seguir esse modelo, seu desejo é voltar para a antiga escola e fazer grafite. O interesse pelo grafite o aproxima de seu tio, Aaron Davis (Mahershala Ali), que possui uma briga antiga com o irmão, Davis.

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