KINGSMAN: THE GOLDEN CIRCLE (2017)

Sequências de luta espetaculares em plano sequência, um vilão com um plano mirabolante e espiões que precisam fazer o impossível para salvar o mundo: a fórmula de sucesso de Matthew Vaughn para o primeiro Kingsman (2015), está de volta na sequência do longa.

Em Kingsman: o círculo dourado, Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) se veem como os últimos Kingsman sobreviventes após uma série de ataques às sedes oficiais da agência super-secreta de espionagem, e precisam apelar para o recurso final designado pelos fundadores do grupo: uma união com os primos norte-americanos da Statesman.

Com a ajuda dos agentes Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal) Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry), Eggsy e Merlin precisam desmascarar o maior cartel de drogas do mundo, o “círculo dourado”, comandado por Poppy (Julianne Moore), que, além de ter planos que podem matar milhões de pessoas, também foi a responsável pelo ataque aos Kingsman.

O filme, assim como o primeiro longa, é uma homenagem aos filmes clássicos de espionagem, apelando para os exageros, muitas cenas rápidas e movimentos de câmera inusitados. As lutas e perseguições em plano sequência continuam marcantes, mas, talvez por não ser mais novidade 2 anos após o primeiro filme, não impressionam na mesma medida que o primeiro – apesar de continuarem com uma estética muito interessante. Poppy, assim como Valentine (Samuel L Jackson) o vilão do primeiro filme, fica responsável pelas partes mais engraçadas da narrativa, com um humor nonsense cheio de referências – dessa vez, numa mistura de anos 1950, robôs e Elton John (que inclusive faz ótimas participações), e o papel, ainda que raso e sem muito desenvolvimento (como todas as outras mulheres na trama, aliás), ganha muito mais força na pele de Moore.

No restante do elenco, o destaque fica com a atuação de Pedro Pascal, que interpreta o típico cowboy cafajeste, conseguindo transmitir uma energia muito adequada à vibe do filme.

Kingsman: o círculo dourado é uma continuação do primeiro filme em todos os sentidos, não trazendo nenhuma grande mudança ou novidade. Apesar disso, é inegável que o trabalho de Vaughn com o primeiro longa foi mais marcante e divertido. Pra quem gostou do primeiro e gostaria de ver mais um pouquinho dos Kingsman em ação, “O Círculo Dourado” é uma ótima pedida.

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