7 FILMES BRASILEIROS QUE COMPETIRAM EM CANNES

Em 2019, Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles representarão o Brasil no Festival de Cannes. “Bacurau”, filme dirigido pela duplam, conta a história dos moradores de uma cidadezinha que sumiu do mapa após o falecimento de uma moradora. O filme está na disputa pela cobiçada Palma de Ouro ao lado de novos trabalhos de diretores renomados internacionalmente, como Pedro Almodovar e Quentin Tarantino.

Essa não é a primeira vez que uma produção brasileira briga pelo prêmio máximo do Festival. Confira 7 outras ocasiões em que brasileiros passaram pelo glamouroso tapete vermelho de Cannes:

Bye Bye Brasil

7. Bye Bye Brasil – O longa de Carlos Diegues conta a história de três artistas ambulantes que cruzam o Brasil na Caravana Rolidei. Lançado em 1970, auge da ditadura militar, o filme chamou atenção pelas inúmeras críticas políticas e sociais. Em 2015 entrou para a lista da Associação Brasileira de Críticos de Cinema dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.

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6. Linha de Passe – O filme de Walter Salles e Daniela Thomas, cujo enredo gira em torno da paixão do protagonista pelo futebol, foi recebido com entusiasmo quando chegou ao festival, em 2008. Foi aplaudido de pé por 9 minutos e, ao final, a atriz Sandra Corvelone levou o prêmio de interpretação feminina pelo seu desempenho no filme.

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5. Terra em Transe – O clássico de Glauber Rocha, que utiliza uma cidade fictícia para representar o Brasil do inicio dos anos 60, incomodou os poderosos quando foi lançado em 1967. Chegou a ter sua exibição proibida em todo o território nacional por ser considerado subversivo. Apesar da tentativa de censura, Terra em Transe foi um sucesso. Em Cannes, venceu o prêmio Fipresci.

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4. Carandiru – O filme, baseado no livro Estação Carandiru, de Drauzio Varella, narra as experiências de um médico que realiza um trabalho de prevenção à AIDS em um dos presídios mais famosos no país. O longa foi um dos maiores sucessos de bilheteria em território nacional no ano de 2003.

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3. Vidas Secas – Dirigido por Nelson Pereira dos Santos, essa adaptação cinematográfica do livro homônimo de Graciliano Ramos narra a trajetória de uma família nordestina em busca de melhores condições de vida. Lançado em 1963, o filme conquistou os críticos internacionais por ser um dos principais representantes do movimento “cinema novo”.

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2. O Pagador de Promessas – O longa de Anselmo Duarte, lançado em 1962, narra a tentativa de um humilde produtor rural de pagar uma promessa na igreja católica. Foi o primeiro – e até então, único – filme brasileiro a vencer a Palma de Ouro em Cannes. O Pagador de Promessas foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro no ano seguinte, mas perdeu para Sempre aos Domingos.

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1. Aquarius – Essa não é a primeira vez de Kleber Mendonça Filho em Cannes. Em 2016, ele disputou a Palma de Ouro com Aquarius, filme que conta a história de uma mulher que luta para evitar a demolição do prédio em que viveu a vida inteira. Na ocasião, Mendonça Filho transformou o tapete vermelho do festival em palco para seu protesto. Estaria ele pensando em repetir a dose em 2019?

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