CRÍTICA: NASCE UMA ESTRELA (2018)

“A Star Is Born” (Nasce Uma Estrela, 2017), primeiro filme de Bradley Cooper como diretor, conta a história do músico de country Jack (Cooper), que conhece Ally (Lady Gaga) em uma performance musical amadora em um bar qualquer. Jack vê em Ally uma estrela em potencial. Dessa dinâmica, os roteiristas Eric Roth e o próprio Bradley Cooper tentam contar uma história de ascensão e declínio profissional, porém a ideia acaba sendo melhor do que o resultado.

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SÉRIE: COMMUNITY (2009 – 2015)

O mundo das sitcons é, no mínimo, um lugar injusto. Um lugar onde a repetição e imbecilidades são recompensadas com milhões e milhões e milhões de dólares além das várias e incansáveis renovações de séries que, na melhor das hipóteses, tiveram duas ou três temporadas medianas, seguidas por muitas outras engessadas na fórmula bem-sucedida moldada por produtores-empresários nos primeiros anos de exibição. Dito isso, é evidente que o problema não está na conquista de sucesso dessas séries, mas sim na zona de conforto criada por esse sucesso. Chuck Lorre, criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”, entre outras atrocidades semelhantes, sabe muito bem disso, uma vez que suas produções são, muito provavelmente, inspiradas no Dia da Marmota. E Bill Murray desaprovaria.

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CRÍTICA: BOHEMIAN RHAPSODY (2018)

Cinebiografias podem ser complicadas de se avaliar devido às personalidades nelas retratadas e, por consequência, à base de fãs que podem possuir essas personalidades. Esse tipo de filme, então, possui um caráter mais complexo para avaliação e apreciação por tratarem de pessoas que possuem status de ídolo para muitas outras. Então, dessa forma, surgem duas grandes perspectivas possíveis para se avaliar obras dessa natureza: a perspectiva do fã da pessoa, que vai ao cinema para ver seu ídolo; e a perspectiva fã de cinema, que espera apreciar o filme por conta de suas construções narrativas e temáticas.

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CRÍTICA: A FREIRA (2018)

Não é difícil se decepcionar quando a expectativa é alta para um determinado filme. Tampouco é difícil se surpreender positivamente quando não há expectativa alguma. A questão, nesse caso, é de perspectiva: o filme vai ser melhor ou pior dependendo do quanto esperamos dele. É claro que, depois da expectativa, seja ela positiva ou negativa, o que deve prevalecer na avaliação final é a qualidade ­– ou não – da obra. Contudo, não desconsideremos o valor da expectativa, porque quando um filme consegue decepcionar profundamente mesmo quando nada se esperava dele, é preciso parar, respirar e entender o que diabos aconteceu.

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CRÍTICA: HOMEM ARANHA: NO ARANHAVERSO (2018)

“Homem Aranha: No Aranhaverso” narra a história de Miles Morales (Shameik Moore), um garoto latino-americano filho de um policial chamado Jafferson Davis (Brian Tyree Henry). A relação entre pai e filho não é perfeita, apesar de dos dois claramente se amarem, há um conflito entre eles devido à cobrança do pai para que o filho estude em uma boa escola e siga um modelo de bom aluno. Morales, ainda que muito inteligente, não almeja seguir esse modelo, seu desejo é voltar para a antiga escola e fazer grafite. O interesse pelo grafite o aproxima de seu tio, Aaron Davis (Mahershala Ali), que possui uma briga antiga com o irmão, Davis.

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