CRÍTICA: “NANETTE” (2018) – A COMÉDIA INVERTIDA DE GADSBY

Se você procurar por definições e conceitos sobre comédia e piadas vai, eventualmente, esbarrar no termo “quebra de expectativa”. Subverter a expectativa do público geralmente é tido como o principal motivo responsável por fazer uma piada ser efetiva. O especial da Netflix de Hannah Gadsby, leva isso ao extremo, quebrando nossa expectativa de comédia e fazendo algo que vai muito além de um show de humor.

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CRÍTICA: OS JOVEM TITÃS EM AÇÃO! NOS CINEMAS (2018)

No início dos anos 2000, as crianças e adolescentes de várias partes do mundo foram apresentadas a um grupo de heróis que, até então, era desconhecido do grande público: Os Titãs, uma equipe formada por adolescentes poderosos e sidekicks dos grandes super-heróis da DC Comics. A série animada de 2003, “Jovens Titãs” foi sucesso e rendeu até mesmo uma nova série em um universo alternativo chamada “Justiça Jovem” (2010-atualmente). Havia, em ambas, histórias palatáveis e divertidas para os mais jovens, com bons elementos de ação e desenvolvimento de personagens.

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CRÍTICA: SLENDER MAN: PESADELO SEM ROSTO (2018)

Em 2009, um homem conhecido pelo pseudônimo de Victor Surge, participa de um concurso de Photoshop criando a imagem de um ser alto, pálido, esguio, com braços e pernas muito longos, sem rosto e usando um terno preto. Inspirado por Stephen King, Surge compartilha a obra em fóruns da internet dando início a lenda do Slender Man. A tal criatura teria como objetivo atormentar e raptar crianças. A história se espalhou, se tornou um meme, um documentário da HBO e agora se tornou um filme.

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CRÍTICA: MENTES SOMBRIAS (2018)

Não é primeira (muito menos a última) vez que vemos a velha Jornada do Herói misturada ao drama adolescente romântico. Desde que o fenômeno Harry Potter avassalou o mundo do entretenimento, e deu muito dinheiro para os envolvidos, as editores e estúdios tentam encontrar uma saga que seja igualmente impactante. Com isso, parece ter nascido uma nova escola de produções literárias ou cinematográfica. Entre os “discípulos” de J.K. Rowling, alguns conseguiram fazer algo competente, outros foram apenas repetitivos e clichês. “Mentes Sombrias” encontra-se praticamente no meio termo, pelo menos em sua adaptação cinematográfica.

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CRÍTICA: DEADPOOL 2 (2018)

Continuações no mundo do cinema de gênero pode tanto consolidar quanto destruir uma franquia. No caso de “Deadpool”, a Fox se arriscou ao investir no filme de um personagem pouco conhecido do grande público e deu a sorte de arrecadar uma boa bilheteria e crítica. Provando que dois raios podem sim cair no mesmo lugar, o Mercenário Tagarela novamente traz um frescor aos filmes de herói e pode muito bem consolidá-lo como uma franquia lucrativa do estúdio.

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MONSTER (2003)

Antes de ser mundialmente conhecida por dirigir “Mulher Maravilha” (2017), Patty Jenkins havia estreado sua carreira de cineasta com uma obra muito superior, “Monster”. Neste filme, a diretora não trabalha com uma heroína fantasiosa e mitológica, mas sim com uma história real de alguém que passou longe de uma vida de heroísmo: a da primeira mulher serial killer dos EUA.

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