CRÍTICA: ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS CRIMES DE GRINDELWALD (2018)

Texto escrito por Bárbara Jenis

“Animais Fantásticos e os crimes de Grindewald” (2018) é mais um filme do universo mágico de Harry Potter, e é o segundo da saga intitulada “Animais Fantásticos”, que estreou em 2016.

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CRÍTICA: “NANETTE” (2018) – A COMÉDIA INVERTIDA DE GADSBY

Se você procurar por definições e conceitos sobre comédia e piadas vai, eventualmente, esbarrar no termo “quebra de expectativa”. Subverter a expectativa do público geralmente é tido como o principal motivo responsável por fazer uma piada ser efetiva. O especial da Netflix de Hannah Gadsby, leva isso ao extremo, quebrando nossa expectativa de comédia e fazendo algo que vai muito além de um show de humor.

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CRÍTICA: SLENDER MAN: PESADELO SEM ROSTO (2018)

Em 2009, um homem conhecido pelo pseudônimo de Victor Surge, participa de um concurso de Photoshop criando a imagem de um ser alto, pálido, esguio, com braços e pernas muito longos, sem rosto e usando um terno preto. Inspirado por Stephen King, Surge compartilha a obra em fóruns da internet dando início a lenda do Slender Man. A tal criatura teria como objetivo atormentar e raptar crianças. A história se espalhou, se tornou um meme, um documentário da HBO e agora se tornou um filme.

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CRÍTICA: MENTES SOMBRIAS (2018)

Não é primeira (muito menos a última) vez que vemos a velha Jornada do Herói misturada ao drama adolescente romântico. Desde que o fenômeno Harry Potter avassalou o mundo do entretenimento, e deu muito dinheiro para os envolvidos, as editores e estúdios tentam encontrar uma saga que seja igualmente impactante. Com isso, parece ter nascido uma nova escola de produções literárias ou cinematográfica. Entre os “discípulos” de J.K. Rowling, alguns conseguiram fazer algo competente, outros foram apenas repetitivos e clichês. “Mentes Sombrias” encontra-se praticamente no meio termo, pelo menos em sua adaptação cinematográfica.

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CRÍTICA: MEGATUBARÃO (2018)

O cinema puramente de entretenimento não é cinema. Pode haver, sim, entretenimento em um filme, mas é necessário haver também conteúdo de linguagem que faça com que esse filme se torne, de fato, cinema. Alguns diretores, como Edgar Wright, entendem perfeitamente a realidade da indústria cinematográfica atual, que exige que o filme siga uma determinada estrutura, porém não renuncia de fazer cinema e imprimir sua marca pessoal em cada uma de suas obras. Infelizmente, Wright é exceção em meio ao vasto mar de mediocridade que é o gênero de ação hoje em dia. “Megatubarão” (The Meg, 2018), apesar de possuir alguns elementos que poderiam o diferenciar de muitas convenções do gênero, segue pelo caminho mais fácil, cujo destino é a limitação criativa.

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WINCHESTER (2018)

Mansões mal-assombradas são um tema tanto quanto saturado no cinema e difícil de ser abordado sem parecer clichê, mas isso não quer dizer que não seja possível contar uma boa história com esse tema. Infelizmente, esse não é o caso de “Winchester”, que, mesmo com grande potencial, falha miseravelmente em tudo que aposta.

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