CRÍTICA: “DESLEMBRO” – VIVER SEM CONHECER O PASSADO É ANDAR NO ESCURO

“A arte não reproduz o que vemos. Ela nos faz ver”, disse o artista Paul Klee, que se exilou da Alemanha em 1933 devido a ascensão do nazismo. Nos tempos em que fatos são escondidos e mensagens de redes sociais são consideradas verdades absolutas, um pouco de história não faz mal a ninguém. Principalmente se a verdade for tão dura que talvez exista a vontade de deslembrá-la, até mesmo para os que não a viveram na pele. Entretanto, por mais dura que seja a realidade, Flavia Castro não a esconde e baseia a obra “Deslembro” em sua história pessoal, sendo ela o nome por trás do roteiro e direção.

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