CRÍTICA: GAME OF THRONES (2011 – 2019)

De tempos em tempos surgem séries que ganham popularidade e se tornam discutidas e referenciadas por uma infinidade de pessoas, como foi o caso de Friends (1994-2004), Lost (2004-2010), Breaking Bad (2008-2013), entre outras. Com a internet cada vez mais democrática isso se potencializou e grande aposta da HBO surfou com maestria essa onda. Apesar de todas a polêmicas e revoltas de fãs, é inegável que Game Of Thrones foi a série mais popular desta década.

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CRÍTICA: “FIGHTING WITH MY FAMILY”(2019) – UMA GRATA SURPRESA DE FEVEREIRO

Todos sabemos que o primeiro semestre do ano é para onde os filmes vão para morrer. É claro, existem exceções, mas a regra é clara: quanto mais cedo no ano, piores são os lançamentos ou menor é a expectativa do estúdio em relação a elas. Então, um filme lançado em fevereiro pelo desastroso estúdio da WWE (luta livre na tevê) só pode ser o pior que a indústria tem a oferecer. Na teoria, está certo, mas, na prática, o que temos é “Fighting with My Family”, filme produzido por Dwayne “The Rock” Johnson e que conta história de Paige (Florence Pugh), lutadora profissional vinda de uma família que vive de pro-wrestling que ascendeu do circuito independe inglês até os ringues da principal companhia de luta livre do mundo. E sim, esse é um exemplo de exceção.

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CRÍTICA: “POKÉMON: DETETIVE PIKACHU” (2019) – DIVERSÃO ESTÉRIL E NOSTÁLGICA

É um erro achar que filmes voltados para o público infantil devam ser avaliados de maneira diferente dos demais. A recepção do público alvo deve ser levada em consideração, mas não se pode deixar perder de vista a qualidade geral da obra. É claro que uma criança, quando vai ao cinema, não se importa com questão técnicas e estruturais, e sim com enredo e os acontecimentos encenados. Mas é como diz o ditado: criança que cresce com Pixar é mais feliz do que criança que cresce com “Detetive Pikachu”. Continuar lendo “CRÍTICA: “POKÉMON: DETETIVE PIKACHU” (2019) – DIVERSÃO ESTÉRIL E NOSTÁLGICA”

CRÍTICA: “VINGADORES: ULTIMATO” (2019) – UM FILME HISTÓRICO

O texto não possui spoilers. 

Na maioria das vezes, é difícil posicionar um filme na história do Cinema e medir seu impacto na sociedade sem o tão necessário distanciamento histórico. Mesmo aqueles primores em qualidade de enredo e estrutura não possuem garantia de ficarem marcados como clássicos definidores de uma era. Entretanto, alguns casos são tão evidentes, devido às inovações no modelo de produção da indústria e no impacto causado na cultura pop, que não há escolha a não ser afirmar que são marcados em uma época. “Vingadores: Ultimato”, resultado de onze anos de um competente desenvolvimento de personagens que é responsável por trazer os quadrinhos de super-heróis de volta ao main stream, é o ponto de culminação do, talvez, maior fenômeno da cultura pop desde Star Wars. E sim, é também um excelente filme.

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CRÍTICA: CAPITÃ MARVEL (2019)

O Cinema e as demais artes têm, por meio de suas obras, a função de – também – representar a realidade social e política de um determinado ponto no espaço tempo. Engana-se quem pensa que apenas os filmes mais filosóficos ou complexos, ditos “de arte” (expressão pedante dos cinéfilos de boina) exercem essa importante função. A recepção dos blackbusters, filmes cuja produção é mais voltada para o mercado, é um ótimo indicativo de como pensa um povo.  “Capitã Marvel”, novo filme do MCU, antes mesmo do apagar das luzes da sala do cinema, mostra que estamos cercados por idiotas.

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CRÍTICA: SHAZAM (2019)

Não é exatamente difícil perceber a diferença entre filmes que tem ou não tem a influência do não mais aclamado Zack Snyder. Os filmes em que o diretor de “Watchmen” (2009) se envolveu receberam uma resposta negativa tanto da crítica quanto do público. Já os filmes sem seu envolvimento obtiveram reações contrárias, crítica e público estão conseguindo enxergar, literalmente, o que acontece em tela e, finalmente, apreciar produções fílmicas que irão estabelecer a base que o universo DC merece no cinema. “Shazam”, dirigido por David F. Sandberg, ganha destaque ao fugir totalmente do moldado por Snyder e dar um passo além, especificamente no humor, pelo que foi construído em “Mulher Maravilha” (2017) e “Aquaman” (2018). Continuar lendo “CRÍTICA: SHAZAM (2019)”