CRÍTICA: “X-MEN: FÊNIX NEGRA” – O FIM DA ERA DA RAPOSA

Depois do fim do arco dos principais Vingadores em “Ultimato”, chega também ao fim a mais longeva franquia de filmes de super-heróis da história (“Os Novos Mutantes”, de 2020, ficará de fora por se tratar de um spin-off). A era dos X-Men na Fox, que durou incríveis 19 anos, se encerra com “Fênix Negra” e, sem dúvidas, deixará saudades devido a sua abordagem mais sóbria do gênero.

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CRÍTICA: “ALADDIN” (2019) – DISNEY E A PROFUSÃO DOS LIVE-ACTION

Mesmo para aqueles que não são fãs da clássica animação da Disney, produzida nos anos 90, é impossível não sentir a nostalgia assim que se inicia a primeira batida da trilha sonora de Aladdin de 2019. Talvez seja um trabalho mais desafiador para a produção atual, uma vez que a primeira versão se tornou um clássico com sucesso de críticas. Portanto, é quase impossível analisar sem fazer comparações. A Disney, desde 2015, com Cinderela, tem apostado na produção de live-actions, recriando animações clássicas que encantaram e vem acumulando fãs de muitas gerações. Entre os que foram produzidos recentemente, Aladdin é, sem dúvidas, a proposta que mais acertou na releitura.

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CRÍTICA: “GODZILLA II: REI DOS MONSTROS” (2019) – TODOS QUEREM SALVAR O MUNDO, MAS CADA UM DO SEU JEITO

“Godzilla: Rei dos Monstros”, novo longa de Michael Dougherty, se inicia relembrando a caótica primeira aparição do monstro, ocorrida em 2014, retratada no primeiro filme da nova franquia. Cinco anos depois, a preocupação da humanidade recai sobre a tentativa de evitar um novo desastre, já que Godzilla não é o único grande monstro milenar vivendo no planeta.

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CRÍTICA: GAME OF THRONES (2011 – 2019)

De tempos em tempos surgem séries que ganham popularidade e se tornam discutidas e referenciadas por uma infinidade de pessoas, como foi o caso de Friends (1994-2004), Lost (2004-2010), Breaking Bad (2008-2013), entre outras. Com a internet cada vez mais democrática isso se potencializou e grande aposta da HBO surfou com maestria essa onda. Apesar de todas a polêmicas e revoltas de fãs, é inegável que Game Of Thrones foi a série mais popular desta década.

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CRÍTICA: “FIGHTING WITH MY FAMILY”(2019) – UMA GRATA SURPRESA DE FEVEREIRO

Todos sabemos que o primeiro semestre do ano é para onde os filmes vão para morrer. É claro, existem exceções, mas a regra é clara: quanto mais cedo no ano, piores são os lançamentos ou menor é a expectativa do estúdio em relação a elas. Então, um filme lançado em fevereiro pelo desastroso estúdio da WWE (luta livre na tevê) só pode ser o pior que a indústria tem a oferecer. Na teoria, está certo, mas, na prática, o que temos é “Fighting with My Family”, filme produzido por Dwayne “The Rock” Johnson e que conta história de Paige (Florence Pugh), lutadora profissional vinda de uma família que vive de pro-wrestling que ascendeu do circuito independe inglês até os ringues da principal companhia de luta livre do mundo. E sim, esse é um exemplo de exceção.

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CRÍTICA: “POKÉMON: DETETIVE PIKACHU” (2019) – DIVERSÃO ESTÉRIL E NOSTÁLGICA

É um erro achar que filmes voltados para o público infantil devam ser avaliados de maneira diferente dos demais. A recepção do público alvo deve ser levada em consideração, mas não se pode deixar perder de vista a qualidade geral da obra. É claro que uma criança, quando vai ao cinema, não se importa com questão técnicas e estruturais, e sim com enredo e os acontecimentos encenados. Mas é como diz o ditado: criança que cresce com Pixar é mais feliz do que criança que cresce com “Detetive Pikachu”. Continuar lendo “CRÍTICA: “POKÉMON: DETETIVE PIKACHU” (2019) – DIVERSÃO ESTÉRIL E NOSTÁLGICA”