FRAGMENTO INQUIETO: POR QUEM OS CLÁSSICOS DOBRAM

Pense em cinco filmes clássicos. A tarefa é fácil, mesmo para quem não é um cinéfilo. Nem é necessário ter assistido a um desses filmes para criar uma lista cheia de títulos aclamados, de épocas e gêneros distintos. Agora, tente explicar por que eles são considerados clássicos. Os motivos são igualmente diversos: todos conhecem, fizeram sucesso, são dirigidos por grandes diretores ou medidos pela quantidade de prêmios arrebatados.

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FRAGMENTO INQUIETO: REFLEXÕES SOBRE O CINEMA BRASILEIRO

Se relembrarmos as notícias que se destacaram nesta última semana, as mudanças que ocorrem na Agência Nacional de Cinema (ANCINE) — ou sua provável extinção — não causaram tanta comoção em uma boa parcela da população. Afinal, de todas as notícias que podem afetar nosso cotidiano, se preocupar com alterações na produção de audiovisual no Brasil é algo quase frívolo.

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CRÍTICA: REI LEÃO (2019) – MESMA HISTÓRIA, NOVO ESTILO

Nostalgia é uma sensação poderosa. A partir dela, conseguimos retomar momentos da tenra infância e sentir que algo especial nos está sendo apresentado. “O Rei Leão” é o mais novo “live-action” – o que ainda soa estranho dizer – da Disney. Temos, então, em tela, cenas e músicas que fizeram parte da infância de boa parte da geração dos criados pelos anos 90. Nesse sentido, é fácil comprar a ideia de que ir ao cinema para rever a jornada de Simba (JD McCrary e Donald Glover) em um novo formato é interessante. E é. Só não é inovador no que tange o enredo. Entretanto, é preciso admitir que, em questões técnicas, o filme se atualiza. Novamente, vemos Simba ser manipulado e exilado por seu tio, Scar (Chiwetel Ejiofor), e assistimos ao seu percurso de crescimento ao lado de Timão (Billy Eichner) e Pumba (Seth Rogen), que levam a vida um tanto quanto diferente do modo que o leãozinho estava acostumado. Aqui, o fanservice está garantido com Hakuna Matata e sua lição sobre deixar os problemas no passado.

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CRÍTICA: “TED BUNDY: A IRRESISTÍVEL FACE DO MAL” (2019) – OMISSÃO EM CENA

Atualmente, é perfeitamente possível identificar Charles Manson como a figura que inseriu assassinos em série na cultura pop – por mais estranho e desumano que isso soe. Ele pode não ter assassinado Sharon Tate, esposa do diretor Roman Polanski, com suas próprias mãos, mas, a partir de suas ideologias que alimentavam diversos seguidores, o grupo “Família Manson” assassinou diversas pessoas com o intuito de causar uma guerra entre negros e brancos. Para Manson, os brancos se sobressairiam como soberanos. Os crimes ganharam repercussão internacional e, desde então, têm ganhando adaptações cinematográficas: o próximo filme de Quentin Tarantino, “Once Upon a Time in Hollywood”, contará a história de Manson e o assassinato de Tate. Além disso, a recorrência da temática aparece em filmes consagrados, como “O Silêncio dos Inocentes”, dirigido por Jonathan Demme, e séries como Mindhunter, desenvolvida por Joe Penhall.

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FRAGMENTO INQUIETO: A CLASSE OPERÁRIA VAI AO ‘STRIP CLUB’

Há algumas décadas, um fenômeno era comum nos cinemas. Sem as inúmeras franquias ocupando a maioria das salas, filmes com orçamentos inexpressivos tinham a chance de se converterem em grandes hits. Eles chegavam de forma limitada ao circuito comercial e contavam com o boca a boca para ganhar fama.

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CRÍTICA: “LOJA DE UNICÓRNIOS” (2017) – MAIS ‘SESSÃO DA TARDE’ NA SUA NETFLIX

Antes de se tornar uma super-heroína nos filmes da Marvel/Disney, Brie Larson fez sua estreia como cineasta produzindo e dirigindo “Loja de Unicórnios” para a Netflix. Inicialmente, a produção não causou muito alarde entre os assinantes, porém, com a estreia de “Capitã Marvel”, em 2019, as coisas mudaram, uma vez que, além de Larson, o elenco de “Loja de Unicórnios” contava com Samuel L. Jackson. O filme foi puxado das profundezas do serviço de streaming e atingiu muitos espectadores. Continuar lendo “CRÍTICA: “LOJA DE UNICÓRNIOS” (2017) – MAIS ‘SESSÃO DA TARDE’ NA SUA NETFLIX”