FRAGMENTO INQUIETO: WHAT HAPPENED, MR. GERVAIS?

A elite de Hollywood foi tomada de assalto na 67ª edição do Globo de Ouro. No palco, o anfitrião daquela noite não parava de debochar da idiossincrasia dos atores e aplicou-se para tirar a limpo notícias saídas diretas das capas dos tabloides. Ciente do desconforto que causava, Ricky Gervais ensaiou uma mea culpa: sorridente, com um copo de cerveja em uma das mãos, deixou claro que sua intenção jamais foi ofender os presentes. Apontou inúmeras vezes para o copo e assumiu que não estava no seu normal. Por fim, tentou minimizar: “Eu gosto de uma bebida tanto quanto o próximo homem. A menos que o próximo homem seja Mel Gibson”.

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CRÍTICA: “FIGHTING WITH MY FAMILY”(2019) – UMA GRATA SURPRESA DE FEVEREIRO

Todos sabemos que o primeiro semestre do ano é para onde os filmes vão para morrer. É claro, existem exceções, mas a regra é clara: quanto mais cedo no ano, piores são os lançamentos ou menor é a expectativa do estúdio em relação a elas. Então, um filme lançado em fevereiro pelo desastroso estúdio da WWE (luta livre na tevê) só pode ser o pior que a indústria tem a oferecer. Na teoria, está certo, mas, na prática, o que temos é “Fighting with My Family”, filme produzido por Dwayne “The Rock” Johnson e que conta história de Paige (Florence Pugh), lutadora profissional vinda de uma família que vive de pro-wrestling que ascendeu do circuito independe inglês até os ringues da principal companhia de luta livre do mundo. E sim, esse é um exemplo de exceção.

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